Seção(ões): Destaque, Papo de Bêbado

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Créditos: Randi Sumner
Quem aqui nunca vivenciou uma cena como esta, que atire a primeira garrafa! (Ok, é só uma brincadeirinha. Não tente fazer isto em casa. Olha o desperdício do líquido sagrado, amigo.)

Créditos: Manuel Orero
Bom, já que você está lendo um texto em um site chamado “Papo de Bar”, vamos direto a parte mais importante da história. O casam… A FESTA, óbvio. A festa do “casório” começou e as cervejinhas estão sendo distribuidas normalmente.

É pra pegar ar prima e não eu!
Créditos: Vanessa Soares
Entre as idas e vindas das cervejas no salão, nota-se muita coisa. Uma delas é o primo que vira macho e quer “pegar” a primarada toda. Se tocar “ai se eu te pego”, sai de perto que ele já vai vir na direção da prima novinha em posição de ataque, que é mais ou menos assim: joelhos levemente inclinados, pernas pra frente e tronco pra trás.
Isso é praticamente a sedução em forma de pessoa. Se ele estiver alcoolizado ao ponto de confundir a prima novinha com a bisavó, não faz mal. Deixa ele ir… as filmagens estão aí pra isso.

Dá tudo pra esse verme que acabou de casar! s2
Créditos: Ned Mansour
Tem também o tio que trouxe na carteira suas últimas economias. Nela estava o dinheiro da escola das crianças, do “busão” da semana e do almoço mensal. Até aí, tudo certo. Mas quando ele bebe acontece uma mutação. É como se cada pedaço dele fosse um power ranger e cada copo fosse transformando ele aos poucos em um megazord.
Ele vira esse “monstro” justo na hora da gravata. Aliás, a gravata é maldade do casal. Eles sabem a hora certa de recolher o dinheiro dos parentes bêbados. Ou acha que é por acaso que primeiro fazem todo mundo beber e depois passam a gravata? E lá vai o tiozão se sentindo o Sílvio Santos, entrega todo o dinheiro em forma de aviãozinho e no outro dia acorda numa pior, sem nem uns trocadinhos pra comprar um remedinho de ressaca.

TIRA A MÃO DA MINHA FILHA!!!
Créditos: Paul Indigo
Tem também o pai da noiva. Essa figura é incrível. É daqueles que bebe de tanta felicidade por ter conseguido, finalmente, desencalhar a filha antes que ela ficasse para “benzer trovoada”.
Acontece que ele é o pai da noiva e não pode demostrar que existe muito sangue na corrente alcoólica dele. E esse é o tipo básico daqueles que tropeçam e fingem que estão dançando, esbarra mas aproveita e dá um abraço, fala trocado e finge que está cantando “acererrê”… ou seja, ele é o mestre do disfarce.

VAMU BEBÊ!!!!
Créditos: STAK Photographer
A mulherada encalhada é outro ponto super importante. Afinal, chegou a hora de jogar o “buquê”. (Vamos “aportuguesar” a palavra pra evitar interpretações errôneas, combinado?) As que estão sóbrias, vão pro fim na fila. Simples. Mas as que já beberam uns goles são fáceis de identificar. Elas estão bem na frente, em posição de ataque.
É como se elas estivessem com aquela armadura de futebol americano. Elas olham fixamente pro “buquê”, da mesma forma que um touro olha para uma toalha vermelha. E então, a noiva faz aquele arremesso.

Isso sim é um amigo troll
O problema, é que a noiva está tranquila, afinal, ela está emocionada com o momento. Então, nessa hora, o “buquê” bate no teto e cai logo atrás dela. Aí que mora o perigo. Saia de perto, pois nessa hora as encalhadas bêbadas correm como se estivessem no último metro da São Silvestre e se jogam, como num boliche humano.
Sair sem um dente, com um joelho ralado ou nariz sangrando não é problema. O importante, é sair dali vitoriosa com o prêmio (ou não) na mão.

A Noiva perfeita!
Créditos: Alexander Loginov
E o melhor amigo do noivo? Outra figura clássica. Esse vem com o discurso na ponta da língua. Bebe todas e quer mostrar ao noivo como é melhor estar solteiro. Invade o palco, tira o microfone da mão do cantor e tenta explicar ao noivo que “home qui é home é aguele gue vai bra vexxxta e bega dodaxxx.”
E ele fica lá falando até que uma boa alma apareça pra apresentar este amigo bêbado à moça que pegou o “buquê”. Pronto! Problema resolvido.

Felizes para sempre!
Créditos: Anton Zuev
De uma forma ou de outra, o que importa é que o álcool deve ser presença marcante em qualquer festa, inclusive as de casamento. Afinal de contas, já pensou que se você irá casar virgem (sim, esse texto é meramente “ilustrativo”) e na noite de núpcias descobre que o noivo é péssimo? Você ao menos pode dizer que bebeu demais e que não lembra-se de ter casado.
Aliás, eu diria que álcool e casamento, é a única união perfeita. Ou você vai beber pra comemorar, ou você vai beber pra esquecer a mer#$!# que você acabou de fazer.
Publicitária por ganha pão, engraçadinha por diversão e cervejeira por paixão. Colecionadora de cervejas artesanais, cartão telefônico e ponta de lápis. Apaixonada por qualquer coisa que tenha malte de cevada, lúpulo e água. Tenho um fusca amarelo. Ops, não tenho mais. Vendi pro meu cunhado.
Outros artigos escritos por Helô Beckhauser
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6 brindes realizados no Post: "Álcool e Casamento. Aliados ou inimigos?"
Derek Adrian 29/06/2012 às 2:45
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A despedida é bem mais importante do que a festa,é onde rola de tudo!
Na festa é só lamentar pelo noivo e beber todas!
e pra quem fica pra titia!… sempre tem um primo safado ai no meio
Abraços;
Dono do Bar 29/06/2012 às 13:05
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Belo ponto Derek, a despedida é um belíssimo ponto a ser considerado… Ainda mais tendo o risco de o casamento acabar, melhor ainda
fabricio 01/07/2012 às 19:05
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PARABÉNS! Texto verdadeiro. Estou adorando todos os comentários escritos aqui por vc.
Dono do Bar 04/07/2012 às 10:46
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Nós que agradecemos Fabricio
Abs.
Negão Internauta » Links da Semana | Que Vibe – Dubstep mix, Episódio 05 14/07/2012 às 13:04
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[...] Álcool e Casamento. Aliados ou inimigos? [...]
A cerveja está em tudo, acredite! - Papo de Bar › Papo de Bar. Sua revista oficial sobre Bebidas Alcoólicas. 03/05/2013 às 8:48
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[...] Casamento, por exemplo. Já escrevi aqui sobre casamento e este é um momento em que você precisa ter cerveja, digo, você precisa ter certeza do que está fazendo. Quando o padre pergunta: – “Você promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza…”. Se você enquanto leu isso ficou mentalmente respondendo: “Sim, não. Sim, não. Sim, não.” é melhor que você se case com a cerveja. [...]