Seção(ões): Colunas, Jeremy Joseph
Fala, Sedento!
Dia desses, eu estava curtindo um dia de folga, quando chegou um email com um convite para o evento de um restaurante japonês de Vitória. O convite ainda me dava direito a um acompanhante, que também aproveitaria todas as regalias sem precisar despender um centavo sequer. Aí pensei: vou chamar uma gata e fazer uma bela cena com ela. Só que os planos nem sempre saem como o esperado.

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Créditos: Luiz Marques
Perto do dia do evento, eu já havia ligado para quatro mulheres e tomei um fora de todas. A maré não estava nada boa. Neste meio tempo, o organizador ficava me pedindo para dar o nome de quem me acompanharia e eu só enrolando, dizendo que confirmaria em breve. No dia do acontecimento, continuava sem ninguém e a contagem já estava em seis a zero.
Eu parecia o Gabriel, O Pensador na música 2345meia78. Faltando duas horas para o evento começar, desisti e resolvi assumir a ingrata tarefa de ter que levar um amigo e convidei, mandei o nome e tudo. Mas, como eu disse antes, os planos nem sempre saem como o esperado.

Já estava quase pronto, quando vi um “like” de uma mulher que eu ainda não conhecia em meu Facebook. Logo em seguida, um pedido de amizade. Aceitei. Era uma baiana arretada, alta e de cabelos pretos que disse que me viu na foto através de uma amiga em comum e resolveu adicionar.
Neste momento, coloquei todo o intelecto e toda a lábia para funcionar e tentei levar a conversa para onde eu queria: um convite para jantar. Papo vai, papo vem e… ALELUIA! Ela aceitou sair comigo. E o melhor: ela é dona de uma loja ao lado da minha casa, que por sua vez, fica bem próximo ao restaurante.
Não poderia ser melhor. Terminei de me arrumar, liguei para o brother, que entendeu na hora ter sido vetado da parada, liguei para um outro amigo que já estava lá e pedi que incluísse o nome da gata. Fui.
Chegando na porta da loja, veio ela. Que morena! Quase 1,80m de altura, corpaço, rosto lindo e traços que lembram a Pocahontas. Quase não acreditei. Começamos a conversar e ela ainda era super divertida e alto astral. Bom demais! Fomos para o restaurante e a cara de espanto do meu amigo foi hilária. Eu a apresentei para quem conhecia e ela, com toda a sua desenvoltura, já foi se expandindo.

Wow!
Créditos: Yuliya Sariy
Ficou tão à vontade que até pediu uma cachaça. Isso mesmo. Ela pediu uma cachaça. E ainda me perguntou qual das opções deveria escolher. Eu, que não sou bobo nem nada, recomendei, das que estavam disponíveis, a Tulha envelhecida em barris de carvalho, mais conhecida como Tulha Ouro. Ela é uma cachaça com uma fermentação muito boa, bem suave e o envelhecimento em carvalho dá a ela um sabor bem suave e macio.
Começamos a beber, nos descontrair, eu a ensinando a usar os hashis, falando de cachaças, pedindo mais doses, conversando com o resto dos presentes sobre a ação do restaurante, sashimis, makimonos, guiozas e social media. A cachaça ficava cada vez mais gostosa e a gata mais desinibida. A mesa esvaziou e fomos continuar a noite em um bar com música ao vivo em outro lugar.
Conversamos mais, nos divertimos, bebemos mais cachaças e nos aproximamos tanto, que já deixamos uma nova noitada para degustar cachaças marcada.

Isso sim é despedida
Chamei um táxi, a deixei em casa no fim da madrugada e voltei para casa com cada vez mais certeza de que muitas vezes, os planos não dão certo à primeira olhada porque os resultados bons mesmo ainda estão por vir.
É isso. Nunca dirija depois de beber para que você possa ler meu próximo post.
Até mais!
P.S.: Quero ver você falar o título deste post três vezes, em voz alta, sem errar.
Jeremy Joseph é o alterego de um publicitário blogueiro e petroleiro que apesar do nome "agringalhado", gosta da brasileiríssima cachaça (entre outras coisas), mulheres, noitadas, viagens, festas e de combinar isso tudo para escrever em uma coluna do Papo de Bar.
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6 brindes realizados no Post: "Cachaça com sushi"
Mé do Moya 25/11/2011 às 20:44
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Você narrou como quem conta história de amor.
Dono do Bar 28/11/2011 às 0:52
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Achei a mesma coisa Moya uhuauauhauuha… xonadim
Jeremy Joseph 28/11/2011 às 19:06
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Eu sou sempre apaixonado. hahahahah
Tehf 27/11/2011 às 16:57
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Tá apaixonado.
Felipe 28/11/2011 às 11:28
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Q noite boa! Mulher bonita e boa cachaça. Temos que conversar mais sobre cachaça. Eu estou com o site Mapa da Cachaça falando sobre gastronomia, cultura e viajando por alambiques. Parabéns pela coluna. E depois me conte se essa história com a Pocahontas tem um segundo capítulo. abraços
Jeremy Joseph 28/11/2011 às 19:07
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Bom demais, né? O mapa da cachaça também. Depois trocamos ideias. Abraço!