Jeremy Joseph é o alterego de um publicitário blogueiro e petroleiro que apesar do nome "agringalhado", gosta da brasileiríssima cachaça (entre outras coisas), mulheres, noitadas, viagens, festas e de combinar isso tudo para escrever em uma coluna do Papo de Bar.
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Pra curar sua paixão, beba pinga com limão;
pra curar sua amargura, beba pinga sem mistura;
contra dor de cotovelo, beba cachaça com gelo; (…)
Autor desconhecido
Fala, sedento!
É neste clima de verso e prosa que eu venho falar para você da minha mais recente e agradável surpresa. Do jeitinho que eu gosto: bem leve, com aquele cheiro inconfundível de cana que acabaram de cortar, cristalina e que deixa um gosto muito bom no final. A cachaça Poesia é uma cachaça que logo de cara dá a sensação de estar bebendo um pouquinho de roça. Você fecha os olhos e até sente aquele clima gostoso.

A Poesia é uma maravilha de Munhoz, no sul de Minas (pertinho da minha terra natal) e é feita com muito capricho desde 2003 por Anselmo Bueno e sua família. Esse belíssimo destilado é feito de forma artesanal e o cuidado com a produção vai desde o plantio da cana, que não passa por queima, até a água utilizada no processo, que vem de uma fonte protegida pela mata atlântica.
É uma cachaça tão bem feita que você pode beber sem medo da ressaca – que foi o que eu fiz. O processo de destilação é muito cuidadoso e eu não percebi nenhum resíduo, não senti o gosto meio metalizado que muitas cachaças apresentam por aí. Ela também não tem gosto amadeirado por ser armazenada em jequitibá. Assim, eu pude sentir somente o sabor da cana e mais nada. Excelente.

Convidei alguns amigos e apresentei a Poesia a eles. Depois de algumas doses, o consenso foi geral: é uma cachaça que tem poesia na aparência, no aroma e no sabor. Foi uma experiência inigualável de uma cachaça que realmente faz jus aos prêmios que recebeu. Eu gostei tanto que já garanti mais algumas garrafas para a minha coleção e tenho certeza que você vai querer fazer o mesmo assim que puder.
Mas não se esqueça: vai devagar na cana e nunca, jamais dirija depois de beber. Como diria um amigo da família do Anselmo: “Calma. Tem que ter poesia”. Não por acaso, é o slogan da cachaça.
Até a próxima!
Jeremy Joseph é o alterego de um publicitário blogueiro e petroleiro que apesar do nome "agringalhado", gosta da brasileiríssima cachaça (entre outras coisas), mulheres, noitadas, viagens, festas e de combinar isso tudo para escrever em uma coluna do Papo de Bar.
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Guga 18/10/2009 às 17:42
Ok Jeremy, me deu água na boca e fiquei muito interessado. Onde acho? Só em Munhoz? Vc não estaria interessado em exportar pra Brasília? kkk…falou, abração.
ASSIS RAMOS 26/11/2009 às 8:54
como consigo comprar dessa, pois aqui no ceará, num temos.gostaria de conseguir umas POESIAS.KKKKKKKKKK
Denylson aguiar ferr 27/02/2010 às 19:06
bebo pra fika rum se foser pra fika bom tomaria remedio
um bebado num bar "mais vale uma velha de 50 anos doque um viado de 15 "
Caio Murilo Taner 12/03/2010 às 7:36
Gostei deste artigo, mas afinal essa tal cachaca porsia [e boa !
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