Vinho: Tudo o que você precisa saber

Quem nunca invejou Baco e suas festas? Estamos falando dos banhos de vinho, pessoas de mente impura!

Essa bebida natural, que por milhares de anos proporcionou prazeres espirituais e sensoriais à humanidade era tida como um presente divino, pois não era preciso a intervenção do homem para que o vinho existisse, bastava um cesto de uvas e o rompimento da casca da uva e se tinha vinho!

Quem dera fazer vinho de qualidade fosse simples assim, mas de fato era o que acontecia… é claro que o vinho daquela época não tem nada em comum com o vinho que bebemos hoje, o vinho antigo tinha vida curta e rapidamente virava vinagre devido à ação negativa do oxigênio. Mesmo assim, seu efeito entorpecente e sua função de encorajar o convívio, a amizade e o amor eram apreciados por seus entusiastas.

Vinho e mosto…

Essencialmente, vinho é o resultado da fermentação alcoólica do mosto (sumo de uvas recém colhidas) que através de uma mágica transformação, a reação química propriamente dita, repleta de bolhas, vapor invisível e calor, tudo isso, acontece ao mesmo tempo e graças à ação das leveduras, que convertem todo o açúcar do mosto em álcool e CO2 (gás carbônico).

A cultura da vinha marcou presença importante em diferentes povos e culturas, tais como a Grega ou Romana, Cristianismo e Judaísmo, Anatólios, Egípicios, Mesopotânios ou Transcaucasianos.

Ninguém sabe ao certo quando o vinho passou a fazer parte de nossa cultura, mas sabemos que compreendia o período de 8000 AC a 4000 AC. É tempo prá cacilds!

Noé, nobre bebedor

No livro Gênesis na Bíblia, tem uma passagem que sugere o velho Noé como o primeiro vitivinicultor (quem planta vinhas) e vinicultor (quem faz vinho). Quem diria? Noé, o velhinho não só trouxe os bichinhos a salvo em sua arca, mas tb mostrava talento em outras áreas! Lá na passagem indica que existia cultura de vinha próximo ao Monte Ararat localizado no lado oriental da Turquia. Também já foram encontrados resíduos de vinho em jarras de argila escavadas num sítio arqueológico na Geórgia (entre o mar Negro e o mar Cáspio), provando que ele era armazenado nestes recipientes.

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