God Save The Beer

Fala, meu povo bonito! Os dias frios de Curitiba continuam frequentes, naquele ritmo agradável de entumecer certas partes do corpo. Nada melhor que o santo pão líquido, consumido sem moderação alguma, para afastar esses efeitos e lubrificar as relações sociais com esse povo tão bonito. God Save The Beer!

God Save The Beer – 1 ano, o evento

Personagens da Bastards no God Save The Beer

Nesse final de semana, compareci a mais uma festa em uma cervejaria. A cervejaria da vez foi a Bastards, que comemorou um ano com o evento “God Save The Beer – 1 ano”. A Bastards fica numa cidade vizinha, da região metropolitana de Curitiba chamada Pinhais, algo que no Rio seria Caxias.

O evento foi bem menor que o festival da Bodebrown, mas sem perder em charme e qualidade. Um som de primeiríssima qualidade embalava a galera. Muito rock, muito blues, aqueles food trucks bacanudos e quantidades industriais de cerveja.

Quem tinha tatuagem não pagava cerveja no God Save The Beer

Eu não paguei

Eu não paguei

Quem tem tatuagem com God Save The Beer não paga pra beber e eu achei isso absolutamente espetacular, contando até com tatuador no evento. Como não tive como tatuar, paguei cerveja, mas só dessa vez!

Consumo em quantidade

Senti falta de uma promoção que incentive o consumo em quantidade, acho que um festival com um preço de passe livre seria demais, mas isso não parece muito comum. Pelo menos é o que eu percebi até agora. Quem sabe algum festival acabe me surpreendendo nesse sentido.

Também em relação a isso, vem um ponto importante, o preço. Não achei o preço baixo, 15 mangotes cada caneca não foi nada extorsivo, é bem verdade, mas está bem longe de ser um preço camarada. Como ainda não parei de converter, continuo achando justo, mas tenho a impressão de que se eu tivesse aqui há mais tempo, eu sentiria um peso no bolso.

As cervejas do God Save The Beer

Pack da cerveja Jean Le Blanc, da Bastards

As cervejas são o ponto alto e mágico da festa, além da loja deles, que te deixa com vontade de comprar absolutamente tudo.

Nas torneiras, Jean Le Blanc, uma deliciosa e divertida Witbier me deixou muito satisfeito. Mark The Shadow foi uma Stout e tanto, mas quem levou meu fígado pra casa e fez amor com ele foi a Hector 5 Rounds, uma IPA maravilhosa, dessas de amansar cangaceiro brabo.

Finalizando

Ano que vem eu volto. Feliz, tatuado e pra beber de graça até cair!

God Save the beer. God save the bastards!

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