Promoção: Botequim de bêbado tem dono.

“Promoção realizada entre o Papo de Bar e a Editora Ediouro oferecendo o livro: "Boteco de Bêbado tem dono"”

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Capa do livro Botequim de bêbado tem dono

Foi tremendamente satisfatório quando recebi um email da galera da Agência Frog, falando sobre um livro de um tal de Moacir Luz. Um grande compositor, músico e produtor. E também é um dos principais nomes do samba contemporâneo.

Por que “tremendamente satisfatório o modafoca?

Porque no livro ele conta várias aventuras dele e muitos amigos, dentre eles Dudu Nobre, Jamelão, entre outros. E logicamente que essas histórias aconteceram em diversos bares do Rio de Janeiro. Desde o bar tradicional até o mais pé sujo.

Eu gostei de uma frase que ele falou, achei muito interessante e tem a ver com essa lei seca modafoca:

Não dirijo desde 1990, só peço para o meu motorista de táxi não beber

Infeliz é o taxista, fazer o que. Como dizia o nobre sábio: “Alguém tem que se fuder”. E que não seja eu :D.

Ainda por cima tem o modafoca do Chico Caruso

Desenho do autor

O livro ainda conta com ilustrações bacanas do Chico Caruso. Ficaram bem bêbadas as fotos, então por isso, beba também.

Mas e a promoção?

Verdade, já estava esquecendo. Essa é a parte boa para vocês. A Editora Ediouro disponibilizou dois livros para eu sortear pra galera leitora do Papo de Bar. Ó que beleza hein.

Quer dizer então que vou ganhar um?

Bom, quem sabe sim. Mas para isso, você terá que contar uma história, aqui mesmo pelo blog, comentando a história mais louca, engraçada, bizarra, ou seja, mais modafoca.

Vou avaliar as histórias e selecionar as duas piores melhores. O autor de cada uma delas ganhará um livro.

Mole, mole né? Mas claro, essas histórias terão que ser de bêbado, mas além disso, terão que ser sobre bares, botecos e afins.

Então capricha ae na história, porque eu estou afim de me escangalhar de rir por aqui e entregarei esses livros com muito prazer. E relaxem que o custo do envio ficará a cargo de nós, meros modafocas 😉

Prazo

VocÊ tem até quinta-feira, dia 23 de outubro às 14h para mandar sua história 😉 Então corre ae.

Mas se eu não ganhar?

Relaxa. Toma uma cerveja e compre o livro.

Finalizando

A galera da Ediouro criou um hotsite de divulgação pro livro. Visite e veja mais informações sobre o autor, sobre o livro. E o legal é que eles disponibilizaram um capítulo gratuito para você baixar e ler.

Um brinde e vamos pro bar.

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Final da Promoção: Botequim de bêbado tem dono. Final da promoção realizada entre o Papo de Bar e a Editora Ediouro oferecendo o livro: "Boteco de Bêbado tem dono"

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  • Claudio

    Seguem algumas das melhores histórias verídicas que conheço (sem nomes verdadeiros pois a maioria já é casado, com filhos, bom emprego, etc). Nas duas primeiras, não conheço o bebum pessoalmente mas conheço alguns amigos desse grupo que me contaram.

    A primeira é de um grupo de amigos que estudavam no São Bento (colégio tradicional do Centro do Rio de Janeiro só para homens) e que costumavam sair do colégio e tomar umas e outras pelos pé-sujos da Praça Mauá. Todos sabiam mais ou menos a resistência etílica de cada um. Um belo dia, já na faculdade, esse grupo se reuniu no Petisco da Vila onde um deles chegou atrasado já se gabando para os outros que já tinha passado em um outro bar e já estava 4 chopes na frente deles. Um dos que chegou mais cedo, que chamaremos a título ilustrativo de Orestes, sabendo que o atrasado era um dos mais fracos do grupo (mas nem por isso fraco), começou a provocá-lo dizendo que não era de nada. Resultado, resolveram disputar pela enézima vez quem bebia mais… Orestes depois de várias tulipas, acabou derrubando o seu amigo que, apesar de ser o mais fraco da turma do funil, bebia forte também. Para não deixar dúvidas sobre a sua vitória, Orestes ainda pediu mais 4 chopes. Obviamente Orestes não lembrava como tinha chegado em casa. No final da manhã, ele foi acordado com sua mãe abrindo a cortina e lhe dando um solene esporro: “Que papelão o Sr. fez ontem, hein?”. “O que foi mãe, bati com o carro?” – pergunta ele. “Não, você mijou na sua prima quando chegou!!!”. Incrédulo, ele foi até o quarto da irmã onde sua prima havia dormido pois tinha ficado estudando com sua irmã na véspera para o Vestibular. Lá no quarto ele pode comprovar que havia um colchão estendido na janela pegando um pouco de sol. Resumo da ópera: o quarto da irmã ficava justamente em frente do banheiro no corredor e ele errou o lado. Sem perceber, colocou a torneira pra fora e começou a despejar o chope do Petisco em sua prima…

    A segunda, também é do mesmo grupo de amigos da história anterior. Em mais uma bebedeira no Petisco, um dos colegas (não me recordo se foi o mesmo personagem principal da história anterior) teve que ser levado pelos amigos até a porta de casa de tão cambaleante que estava. O problema é que os amigos esqueceram como seria complicado ele conseguir chegar da porta de casa até o seu quarto. Depois de muito esforço, várias topadas em mesas e cadeiras, o nosso destemido bebum chega à porta de seu quarto. Ele parou se apoiando no portal mas via tudo rodando (cama, mesa, armário, cama, mesa, armário, cama, mesa, armário, sempre nessa ordem). Brilhantemente, com aquele raciocínio de bebum que nos é peculiar, ele pensou numa solução para chegar em sua cama seguramente: “Já sei… quando a cama passar eu vou e me jogo… Ou melhor, como sei que eu não tô legal, vou esperar o armário passar e aí eu me jogo que vai dar certinho o tempo que a cama estará passando.” Resultado: ele acordou em cima da mesa!!! É incrível como uma mesa pode parecer tão aconchegante quanto uma cama para um bebum, né?

    Bom, a terceira história é de 3 amigos (dessa vez de um outro grupo) que bebiam no Hipódromo na Gávea. Contra um deles, que mais uma vez apelidaremos de Orestes, nenhum de nós ousava tentar acompanhar o rítmo. Pode parecer repeteco, mas a grande maioria dos começos de história de bebum se inicia da mesma forma, ou seja, tem sempre um que começa dizendo que bebe e o amigo, achando que bebe mais, acaba desafiando para alguma disputa. Nesse caso, Orestes apenas acompanhou e serviu de juiz. Um dos outros dois, apenas para sentirmos o grau de profissionalismo da criança, já foi diversas vezes campeão de chope a metro no Brahma Bier Fest no Rio Centro, Vice na Oktober e costumava beber uma tulipa em menos de 1 segundo (achávamos que a sua garganta era um buraco negro que atraía a matéria em volta já que a cerveja em queda livre não ia tão rápido quanto ele virava uma tulipa). Dito isso, vamos às regras da aposta: Cada um escolhia uma rodada; perdia quem caísse primeiro ou vomitasse; o perdedor deveria pagar a conta e mais o valor da conta para o vencedor. Depois de várias rodadas, o que não era campeão de nada, viu que nosso destemido Campeão, apesar de ser um grande velocista, naquela prova de longa distância, já mostrava sinais de fraqueza. Prevendo sua iminente vitória e sendo a sua vez de escolher a rodada, nosso fundista pediu pelo Whisky mais caro da casa para elevar o valor da conta e consequentemente o valor do prêmio. Resumindo: Orestes teve que pegar o carro do nosso amigo fundista para levar primeiro o nosso amigo velocista, aquele do Chope a Metro, e depois o dono do carro até a casa dele. De lá, Orestes pegou um táxi e foi pra casa contando para o taxista sobre a aventura dos amigos. Duas observações para finalizar a história – comentário do taxista ao ouvir sobre a aposta: “E você era o que estava bem dos três?”… pergunta do vencedor na manhã seguinte para Orestes: “Eu venci?”

  • Leandro

    puta q pariu… eu nunca vo esquecer o dia q eu estava tomando varios chopps com um pingaiada amigo meu … quando DERREPENTE o animal resolve pedir uma PIZZA uhauhahua isso mesmo … alimento solido .. Então que chega o garçon… oferece os sabores e os tamanhos.. depois de MUITOS chopps o pião não tava pensando direito quando pergunta?

    A pizza média tem quantos pedaços?

    o garçon:

    8 senhor

    o amigo bebado:

    e a pequena?

    o garçon:

    ?!?!!?!?

    uhauhauhauhauhaa toda pizza é cortada em oito pedaços puta q pariu… eu mijei na calça… toma nu cu … eu rolei na mesa… derrubei tudo .. naquela hora eu nao sabia nem oq tava fazendo .. foi demais pra mim uhauhauhaa.. mas sao coisas que acontece em um bar depois de muitos chopps

    depois eu conto outra.

  • Leandro

    tem tb o dia em que eu e o mesmo amigo pingaiada fomos num buteco onde iria rolar "duelo de violeiros" .. só ia tocar moda de viola.. la nos alojamos… pedimos vaaaarias cervejas .. com muita salsicha (akelas de vidro que fica em cima do balcão no vinagre) .. la pelas tantas da noite.. e tantas quie bebemos e cantamos TODAS as musicas, abriram espaço para o público participar… eis que encarnamos uma dupla sertaneja.. nos entitulamos Caneca & Tulipa e subimos ao palco.

    A musica a ser tocada era Dama de Vermelho. Uma lenda no mundo sertanejo.

    Quando começamos foi ruim… mas no meio da musica fico pior uhauhahua q coisa horrivel .. fomos brutalmente vaiados huauha nos deram cerveja para voltar pro balcão e nao cantar mais .. o pior que achavamos que estava legal .. depois de uns dias fomos ouvir a gravação daquela noite.. e quase morri huauhau q coisa horrivel.

    Mas é isso .. fomos envolvidos pelo buteco e fizemos parte dele .. era um buteco que ajudavamos a fechar .. ficavamos ate mais tarde.. faziamos churrasco na casa da dona do bar.. era minha segunda casa..

    sensacional uhahuahuauha

  • ateh qdo vai a promocao?

  • Fala Sérgio. Acabei esquecendo disso. Editei o post, colocando o prazo. Vai até quinta, dia 23 às 14h 😉

    vlw pela lembrança

  • Como boa bebum que sou, bebo desde os 15, 16 anos e como era menor, sempre que saía, meu pai ia me buscar nas baladinhas, nas festinhas e tal.

    Certo dia, eu exagerei mais do que o normal, e fiquei muuuuito bêbada mesmo, do tipo andando tortinha tortinha e chacoalhando a cabeça pra ver se as imagens paravam de ficar dobradas. Quando meu pai me pegou, eu entrei no carro e tentei disfarçar. Óbvio que não consegui, então meu pai perguntou:

    -Letícia, você bebeu?

    -Lógico que não pai… quero dizer… só um pouquinho.

    -E tá bêbada desse jeito só com um pouquinho?

    -Tá, pai, eu bebi muito. (nessa hora eu já estava esperando o esporro da minha vida, ele vira, dá aquela respirada mais funda e lança…)

    -Tá, vamos parar no habib's e pegar um refrigerante que eu também tô bêbado pra c***** e não quero que sua mãe pegue a gente nesse estado.!

    Foi engraçado o caminho de volta pra casa porque ambos riram de tudo e contaram o que tinham bebido em seus respectivos "botecos".

  • Posso concorrer? 😛

  • @Jeremy

    sem problemas meu nobre. pode mandar.

  • Papai Noel

    "Nunca mais Bebo" – Parte II

    Estou em uma das minhas maravilhosas quartas aguardando o horário de ir para minha 2º casa tomar uma e assistir o jogo. Quando recebo uma ligação, ninguém mais ninguém menos que Bahia, meu nobre amigo. Sendo assim revi meus planos e troquei de bar para o 7º de minha preferência (já que o 2º eu não ia querer me queimar), tudo acordado lá vamos nós.

    Bar cheio e capacidade esgotada, passei por mais alguns e a situação não se alterava. Dia quente e eu sem vontade nenhuma de dirigir, já que estava me preparando para uma boa rodada, assenti de ir ao meu 1º, o único que consigo mesa mesmo que esteja cheio. Como de costume estava transbordando com fila para entrada, chamei meu nobre amigo e dali a 5 minutos estava sentado com uma deliciosa Norteña na mesa.

    Ainda contando com o embaraço da última vez fiz o coisa ruim tomar água entre os intervalos (coisa que abomino, mas é recomendável para quem não bebe) e assim foi a noite toda.

    Tranquilo e sem problemas curti meu jogo, tomei 10 garrafinhas de Norteña e fui levar meu nobre amigo em casa. Para aqueles que quiserem me chamar de imprudente, eu aceito, mas não estava embriagado apesar da quantidade, é necessário muito mais para isso (se bem que acredito até hoje que cerveja não deixa bebâdo).

    No caminho Bahia não parava de agonizar e pedir para que eu encostasse o carro, pois ele queria desaguar. Apesar da insistência a casa dele fica a pouco mais de 10 minutos da minha e preferi deixa-lo primeiro.

    O telefone tocou e a mulher dele estava em casa.

    Ele, assim como eu, não havia avisado a respectiva. Dessa forma ele bolou um plano mirabolante, ligou para a mãe que estava saindo da igreja espírita [sic] (desculpem mas não sei se é igreja mesmo) e pediu para avisar a sua mulher que ele estava com ela e que havia tomado vinho na igreja.

    Pronto, desculpa esfarrapada montada, lá fui eu deixar o rapaz.

    Dia seguinte o sujeito me liga e descreve o restante da noite:

    Bahia:"Rapá… ontem foi f*da. Vou ter de comprar outro aparelho celular!"

    Eu: "Mas cara, tu acabou de comprar esse, como diabos vc quebrou?"

    Bahia: "Deu curto na placa"

    Eu:"KKKKKKKKK! Porra véio, deixou cair na privada??"

    Bahia: "Calma que vou te contar. Você me deixou em casa e eu subi correndo para casa, afinal minha mulher tava lá e minha mãe disse que eu tinha ido na padaria.

    Quando coloco a chave na fechadura, o falo (se é que entende) estava virado bem pro lado do celular"

    Eu: "PQP !!!! Tu mijou nas calças!"

    Bahia: "Cara, nas calças, no celular, molhou dinheiro que estava no bolso, molhou tudo! E o mais fácil foi explicar pra mulher como diabos com uma taça de vinho eu tinha conseguido ficar com cheiro de gambá, mijado e ainda por cima bêbado do jeito que eu tava!"

    E por fim a 2º vez : "Nunca mais bebo, cara!"

    Fim da parte II

  • Papai Noel

    O "Nunca mais bebo" dura cerca de 15 episódios, mas como eu não quero ficar perdendo uma cara de tempo aqui vamos pular para o último e trágico acontecimento!

    Superficialmente posso dizer apenas que a criatura me fez:

    – Buscá-lo no Motel, pois havia passado em cima de um cone gigante e arrebentava o carro do pai;

    – Levar a mulher dele pra casa, pois o pai dele ia matar ele assim que visse que o carro que havia quebrado era o dele;

    – Vomitar 2 vezes na porta do meu carro (ele tinha de andar comigo que nem cachorro, com a cabeça para fora);

    – Entre outras que possivelmente daria também um livro.

    "Nunca mais bebo!" Fatídica e última parte XV

    Quinta-feira, dia típico para a maioria ficar em casa após a ressaca da quarta, no meu caso dia para ir na minha 2º casa. Contando as horas para ir embora do trabalho recebo a ligação de meu jovem e grande amigo Bahia.

    "Bora tomar uma hoje, consegui o alvará dinovo!"

    Apesar de todas as presepadas e enrascadas que essa criatura já me enfiou ainda assim é um grande amigo meu, portanto o convite estava aceito e a merd… estava feita.

    Mais uma vez obriguei a embriaga criatura a tomar devagar e entre uma garrafa e outra mandar um copo d'água pra baixo. Mas o dia estava perfeito, um calor exuberante com mulheres de short's e mini saias, cerveja estupidamente gelada e jogo no telão do bar.

    O nobre não resistiu à investida da gelada loira e conseguiu beber um copo de 330 ml em meros segundos (não quero parecer absurdo, mas parecia meio gole). E assim a noite prosseguiu sem mais problemas, o nobre parecia são e não tinhamos sequer tomado 15 geladinhas.

    Como sempre descobri os acontecimentos apenas no dia seguinte:

    Bahia:"Dessa vez é verdade!!! Nunca mais eu vou beber na vida!!!"

    Eu: "Calma rapá.. que foi? tá gritando que nem um animal!!"

    Bahia:"É sério cara!! Nunca mais coloco um gole de cerveja na boca, essa p**ra só f**de!!"

    Eu: "Não fala assim da minha loira. O que aconteceu?"

    Bahia:"Pô cara, cheguei em casa e estava tranquilo. Deitei na cama e não aconteceu nada. Segundo minha irmã eu cai da cama e me esborrachei todo, como ela não parava de rir pulei sob ela para encher de bolacha. Vendo a gritaria minha mãe e meu pai foram no quarto, e segundo eles eu gritei com o velho e ainda parti para cima da minha mãe!"

    Eu, agora já entendendo que era necessário muito mais treinamento antes de ter deixado o rapaz beber:"Pô irmão, que ignorância, realmente acho que você não pode mais beber. Como você pôde fazer algo assim?"

    Bahia, visivelmente constrangido: "Meu, te juro, jamais fiz isso na vida. As vezes fico bronqueado, mas nunca tive coragem nem de levantar a voz para meu pai! E o pior de tudo isso é a dor de cabeça que eu to hoje, acho que vou ficar retardado cara!"

    Eu, um pouco preocupado:"Mas cara, isso é só ressaca. Relaxa que passa!"

    Bahia:"Ressaca o cara**o, isso foi um soco na cabeça que meu pai me deu quando fui pra cima da minha mãe! O véio tem uma força dos infernos!"

    E foi assim que esse nobre conseguiu ficar 4 meses sem beber mais nada.

    Por enquanto são essas as situações que esse rapá me proporcionou, mas por incrivel que pareça ele não é o único…

  • Leandro

    caralho .. deu vontade de tomar Norteña 😛 diliiicia

  • Samir

    Minha história se passou em agosto do ano passado, vou contar de forma resumida. Eu havia comprado um livro “O Mito da cachaça Havana”, então passei a mim interessar muito por cachaça, como moro no Norte de Minas (Montes Claros)onde se encontra as melhores, resolvi beber todas as marcas que eu encontra-se. Para minha sorte, em agosto na minha cidade acontece um festival de folclore, mais conhecido como catopê, lá estou nesse festival, quando mim deparo com um boteco de pau apique, montado especialmente para aquela ocasião e lá dentro uma visão do paraíso, todas as cachaças possíveis da região, dentre elas as melhores de Salinas, então resolvi experimentar as marcas que ainda não havia experimentado, sendo que lá havia umas 236572 marcas diferentes e eu até então devia ter experimentado na base de umas 15 marcas, convidei um amigo que estava comigo para mim acompanhar nessa nobre tarefa e mim tornar um especialista de cachaças norte mineiras. Então mandei descer a primeira dose, degustei a cachaça, analisei o sabor, até ai tudo beleza, meu amigo experimentou e já pediu arrego e disse que ia dar uma volta, então pedi a segunda dose, degustei como a primeira, na terceira dose, as papilas degustivas já estavam adormecidas e a cachaça começava a descer com dificuldade, na quarta dose o garçom perguntou se eu queria mesmo outra dose, então eu respondi “Claro MEUIRMÃO pode descer ai, q eu consigo tomar umas 15 doses ainda, aqui já tem costume rapaz”, daí já começou a juntar gente, e alguns até a mim acompanhar nesse feito, na quinta dose de cachaça eu já não suportava nem o cheiro nem o gosto, então o filho da p… do garçom disse “Vai parar mesmo na quinta dose?”, então de ignorância sem conseguir falar eu disse para o garçom “OHHOo seu garçom, fica calado ai moss e desce outra dose daquela cachaça de garrafa verde ali”. Para minha sorte, nem sei se foi sorte, uma menina linda que eu dava aula chegou e mim cumprimentou, fiquei olhando sem saber quem era, não conseguia nem lembrar o nome, daí ela mim perguntou como eu tava, e eu respondi “Tô baumm, e oc, tava com saudades de você d+, vem cá mim da um abraço”, a menina então respondeu “Ei, você andou bebendo?”, Então eu respondi babando a cachaça “Só um pouquinho!!”, então ela disse que tinha que ir, mim deu um beijo e saiu fora. Então eu igual um louco fui atrás da menina, só que um detalhe, esqueci de pagar a conta. Então imagina a cena, eu um louco tarado bêbado correndo atrás de minha ex-aluna, um garçom correndo com a conta na mão e aquele monte de gente olhando para a situação. Então der repente eu paro e aquele redemoinho bate violentamente, minha ex-aluna vem e mim pergunta se eu to bem, o garçom chega e diz que minha conta deu 15 reais, meu amigo chega também e pergunta que confusão era aquela, então acontece o que acontece com as pessoas que ingerem álcool acima da quantidade que o corpo suporta. Vomitei!!. Depois disso, só mim lembro tomando glicose dentro da ambulância e minha mãe e meu amigo do lado mim enchendo o saco. No dia seguinte, eu teclando com meu amigo no MSN, ele mim diz: “Puta que pariu veio, você e louco d+, passando mau, chapado, vc ficou gritando que queria dar uns beijos na menina que tava lá perto de você, ela que te ajudou moss, vc ficou ruim d+, xingou o garçom, vomitou em cima da panela da banca de arroz com pequi…” Dentre outras coisas incríveis que eu acredito que não fiz e prefiro não comentar. Na semana seguinte, minha ex-aluna foi mim visitar e disse que não sabia que eu bebia, acabei que chamei ela pra sair e consegui lembrar seu nome, só que aí isso já é outra história, então a partir desse dia prometi nunca mais beber mais que 3 doses de cachaça, mas continuo tentando cumprir minha meta, que é experimentar todas as cachaças da minha região, mesmo faltando 124314 marcas para serem degustadas.

  • Papai Noel

    Rapaz… adorei essa idéia, o cara realmente vai se promover nesse site…
    Causos e casos vêem e vão, portanto vou deixando apenas aqueles que me lembro, porque os demais não vou conseguir lembrar nem ferrando.
    Vou começar pelo motivo pelo qual um nobre amigo meu parou de beber (heresia que consegui contornar).
    “Nunca mais bebo” – Parte I
    Bahia é um malandro de seus 25 anos, como seu apelido sugere o bicho é da “terrinha” e supostamente um bebedor de nascença.
    Mas não é bem assim, o cara iniciou de verdade no ramo a apenas 2 anos quando o levei para degustar o que era realmente a adorada loirinha (que no caso foi ruiva, morena e etc…). O rapaz foi a êxtase, nunca havia tomado cerveja de verdade e agora não conseguia viver sem a rainha dourada. Pois bem, como todo jagunço que inicia tarde o resultado tinha de ser devastador. Fui na minha sagrada quarta feira assistir ao meu time de coração no bar do lado de casa (comentário importante: só tem 13 bares em volta de casa) e claro convidei esse maledeto.
    Jogo rolando e cervejas sendo empilhadas o sujeito levanta e vai ao banheiro. Focado e angustiado com o jogo não percebi quando o garçom me chamou e pediu para ajudar meu amigo, como vi que não havia comoção alguma no bar só lancei de soslaio a célebre: “O cara é grande, ele já sabe se cuidar”.
    O cara chega e senta na mesa como se nada tivesse acontecido, apenas perguntei se estava tudo bem e a resposta foi simplesmente ok.
    Como não havia parado de empilhar garrafas continuei entornando os copos com o auxilio do Bahia, dado o intervalo chegou a hora de ir “tirar água do joelho”. A cena é inesquecível, quase que um deja vú, o banheiro foi literalmente a cena do exorcista. Ao me deparar com a porta do banheiro um visco escorria e alcançava o corredor, tomei coragem e entrei, olhando o chão completamente coberto consegui desviar e chegar ao mictório, estava literalmente inundado, e o odor nauseante consumia inteiramente o local. Caminhei para a casinha desviando de tudo que podia, cheguei ao trono e não acreditei as paredes estavam tomadas e o teto (inacreditável, mas verdadeiro) estava também coberto pela enxurrada.
    Como não podia ser diferente esvaziei antes de sair e fui questionar o incrível feito do meu amigo. Vendo que a mesa já estava cercada assenti com uma possível expulsão (apesar daquela ser minha 4º casa), seguranças e garçons exaltados discutiam com o nobre Bahia.
    Assim que consegui justificar que aquela criatura embriagada estava sob minha tutela resolvi terminar o jogo e ir embora (de modo algum ia perder a final da libertadores) enquanto continuava enxugando todas as garrafas que podia.
    E por incrível que pareça o tal do Bahia queria continuar a beber também. Como não sou pai de ninguém e não queria discutir na hora do jogo, deixei a criatura tomar mais um copo.
    O bichinho tomou um gole e indisposto saiu “correndo” para o banheiro, até ai já sabia que a desgraça estava feita. Vi os seguranças subindo e meu time perdendo o jogo, a situação passava de desagradável para insustentável. Respirei fundo e fui checar a situação, nesse momento o sujeito chega prá lá de cambaleante se apoiando em tudo quanto é cadeira e sentando mais uma vez.
    Cansado e irritado já havia perdido até a vontade de beber, acendi mais um cigarro e fiquei aguardando a conta, enquanto eu contava os minutos para acabar minha noite entre sopapos com uns galhardos corinthianos que comemoravam a derrota do meu time.
    Paciência reencontrada guiei a criatura até a saída onde diante de vaias e embaraçosos xigamentos fui abordado pelo segurança (amigo de tantos dias de bar) que pediu encarecidamente para não mais levar aquela criatura.
    Dia seguinte no msn a primeira vez que ouvi:
    “Nunca mais bebo”
    Fim da parte I

  • Papai Noel

    ihh agora fiquei inspirado. Tem limite de casos? Espero que tenha, pois se for descrever todo tu tás arrumado pra ler praticamente o meu dia a dia.

    Mas agora que já dei um fuc** pro trabalho não resisti de contar pelo menos o mais notório dos casos.

    A receptividade Brasileira

    A aproximadamente 4 anos atrás resolvi com mais 2 amigos fazer uma baladinha diferente, um bar afastado na serra da cantareira (para quem não conhece fica em São Paulo na zona Norte). A opção foi um barzinho muito do sem vergonha, mas que faz um sucesso massacrante. Para se ter noção da situação o bar serve como cerveja top a boa Original.

    Lá fomos nós para aquele barzinho no meio da mata em plena sexta, todos muito a vontade já que eu quem estava guiando. Chegando no local já nos deparamos com uma inusitada briga de mulheres, por incrivel que pareça uma luta muito melhor que os Prides da vida. Uma garota segurava o cabelo da outra batendo com vontade sob o capô do carro, enquanto os "manos" ficavam só olhando a situação e gritando um com o outro (creio que eram os namorados).

    Passada essa cena continuamos com as anedotas regadas à cerveja. Não sei de onde surgiu a idéia mas resolvemos conversar em castelaño e azarar a mulherada como estrangeiros.

    A situação era a seguinte, 3 indivíduos, eu com minha cara de chileno, Argentino (um maluco brasileiro de pais argentinos) e o carioca (da nata) tomando todas e curtindo um papo para lá de portunholado. Diante de gargalhadas e algumas cantadas frustadas fomos surpreendidos por um senhor que me abordou com um portunhol chuleta pra caramba. Papo de bêbado vai, papo de bêbado vem o cara não larga do nosso pé perguntando o que faziamos e quanto tempo estavamos no Brasil.

    Como porto seguro jogamos o carioca como nosso representante brasileiro e jogamos a bucha para o nobre.

    Diante de nosso evidente desinteresse o senhor começou a mandar o garçom mandar cerveja. Estranhamos a situação e avisamos que não poderiamos pagar todas as rodadas despejadas por ele. Demonstrando uma enorme indiferença quanto a nossa recusa o estranho continua mandando o garçom nos servir e ainda por cima segura um garçom que estava servindo outras mesas e despeja os petiscos para nós.

    Continuamos consumindo e nos divertindo com a inusitada figura que não parava de nos cortejar, mesmo achando aquilo um papo meio estranho. Após muito ser gasto começamos a questionar se era uma boa idéia nos livrarmos do cara antes que viesse a derradeira bomba, a conta. Me dirigi ao caixa para pagar algumas e o cara intercedeu e disse que como eramos estrangeiros ninguém pagaria nada. Atônito com a situação percebi que não havia reação dos funcionários do estabelecimento e finalmente questionei no jeito mais portunholado do planeta: "Pero tieniamos que acertar la cuenta". A resposta foi simplesmente: "Enquanto eu for o dono desse lugar vocês não vão pagar nada. São meus convidados de honra."

    A noite correu com muitas outras rodadas e lógico arrumamos, cada um, uma louca já que como convidados de honra estavamos sendo o centro das atenções. Eram 5 da manhã quando estavam recolhendo tudo que o embriagado senhor resolveu apresentar todos os seus funcionários, incluindo o primeiro garçom que nos serviu ao chegar a casa, quando ainda falavamos nossa nobre lingua.

    O cara ficava com cara de tacho mas não abriu a boca mesmo quando quase nos carcamos de rir.

    Final da festa e ainda não havia acabado a palhaçada, agora era a vez das gurias. Como eu estava acompanhado resolvi ir para o banco de trás com a guria e o carioca ficou incubido de dirigir, mas o traste com quem ele estava pediu para guiar meu carro.

    Estando eu no embalo no banco de trás reparei que a menina guiava a dois por hora e parecia estar embriagada. Dessa forma a situação estava ficando arriscada, eu sem proteção no banco de trás e quase fazendo cagada e a menina no volante parecendo mamada. Parei tudo e mandei a menina descer, visto isso ela ainda me lança "É que esqueci meu óculos e não to enxergando nada nessa serra!"

    Chamei o Argentino que estava no outro carro resolvendo os problemas dele e zarpamos fora sem acreditar que na mesma noite haviamos:

    – Visto uma briga sensacional de mulher

    – Saído com umas garotas sensacionais (ou ao menos era o que parecia depois de tantas rodadas)

    – Tomados todas e comendo pacas.

    – E tudo isso sem tirar nenhum tostão do bolso!

  • Estávamos eu, Roberto e Ângela bebendo a velha e boa brahma gelada numa noite quente. Conversa agradável, Roberto, apesar de um jeito meio "duvidoso" – Gay – disse que pretendia casar com Ângela em breve. Eu, solteiro convicto, aproveitava pra observar as beldades que por lá passavam. Apenas observar, pois tava meio liso e não daria pra arrastar nenhuma pra motel naquela noite. Na próxima, talvez, eu voltasse com grana…

    A noite fluia bem até que chegaram nossos amigos Frank e Marcelo, bôemios úteis, pois estavam fazendo um catálogo classificativo dos bares da cidade. Esse era o 6º bar em que passavam na noite, logo já chegaram meio bêbados.

    Ângela, ao ver Frank, levantou-se e o abraçou, beijou seu rosto, pediu pra ele sentar do lado dela e ficou segurando as mãos dele. Roberto, obviamente, não gostou muito disso, mas não disse nada nesse momento. Conversa vai, conversa vem, mais um monte de cerveja bebida e Ângela olha pra mim e fala, de modo totalmente natural: "Sabia que já tive um caso com Frank? Até hoje me arrependo em não ter dado minha bunda pra ele… Mas sabe como é, o orifício ainda não tinha sido usado…"

    Nisso Roberto, já bastante enraivado, vira o copo de uma golada e o bate com força na mesa, quebrando o fundo. Seria terrível, mas eu comecei foi a rir: Roberto olhou pra Ângela, e falou um "Não gostei" totalmente aviadado, fazendo biquinho e tudo. Depois de minhas risadas, o fresco/corno levantou-se da mesa, jogou R$70,00 no colo de Ângela e disse: "toma, paga a conta e depois vai lá pra casa". Viado, corno e otário. Mas todo mundo tem seus defeitos, fazer o quê?

    Marcelo, bêbado como sempre, não perde a oportunidade: "ei Ângela, já que tu é tão vagaba assim, o que acha de fazermos uma orgia a quatro?" "Porra, Marcelo – disse eu – Três machos e uma mulher? Assim fica foda.. Vai que no meio da putaria, todo mundo bêbado, alguém te confunde com uma mulher por causa desse cabelão e te enraba?" De um pulo, Marcelo se levanta e diz: "Tá pensando que sou viado, porra? Eu já "troquei" quando criança, mas hoje não faço mais disso não". Risada geral na mesa, Ângela, quando finalmente consegue tomar fôlego, fala: "Marcelo, toma o nr do celular de Roberto. Liga pra ele, o bichinho tá sozinho em casa. Acho que vocês se dariam muito bem"

    Marcelo saiu mordido de raiva. Passou dois meses sem beber nem comigo nem com Frank. E quanto a gente? Bem, tomamos mais umas brahminhas e fomos pra casa de Frank, fazer o bom e velho mènage a troi. Roberta faz uma chupeta que é uma delícia, mas isso fica pra outra história…

  • Uma história sobre butecos e emoções

    É impressionante como os butecos estão ligados à minha história. Já perdi a conta de quantas vezes chorei, ri, briguei, me apaixonei, me deprimi, pensei em suicídio, desmaiei, comemorei, entre tantos outros sentimentos que enfrentei sentado numa mesa enferrujada de aço.

    Um bom buteco tem nome de santo ou faz alguma alusão ao dono. O pé-sujo em questão se chama Bar do Seu Bigode, em referência aos volumosos tufos de pelo que brotam na face do proprietário, seu Aloísio. Possui duas filhas lindas, que apesar da vaidade e beleza, já vi muitas vezes botando bêbados chatos para fora e apartando brigas.

    O bar fica perto da faculdade onde estudei e toda semana, depois das aulas, eu aliviava minhas tensões com minha digníssima namorada que, graças a Deus, nunca se incomodou em freqüentar regiões de baixas meretrizes em busca de uma cerveja gelada.

    Durante um bom tempo o bar dividiu entre máquinas caça-níqueis uma junke box, dessas modernas, com um monitor que exibe vídeos enquanto a música toca. Jamais imaginaria que a música mais tocada iria ser We Are The World. Não estou mentindo: no mínimo, três vezes por noite eu ouvia o Michael e seus amigos celebrando a vida, o futuro e as criancinhas. A música tocava e o clipe era exibido na tela, os bêbados davam o braço, levantavam o outro, e em uma língua ainda desconhecida tentavam acompanhar a letra, todos num profundo estado emotivo, quase em transe.

    Sei que não é muito romântico, mas We Are The World acabou virando música tema do meu namoro por conta dessas situações.

    Abraços, Norton Tavares.

    http://www.ilhados.com

  • Ney Anderson

    Estava passando no beco da fome aqui em Recife quando vi um casal discutindo,me aproximei e fiquei olhando,um bêbado estava tentando transar com uma prostituta de graça,ou melhor com cartão de crédito, e a puta dizia:Tá pensando que minha boceta é máquina para passar o cartão de crédito é?E o bêbado dizia:Mas a senhora tem que se modernizar….(Risos).

    Ney Anderson

  • Ney Anderson

    Beco da fome é o nome de um bar aqui em Recife.